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Área Temática / Grupo de Trabalho

Coordenadores(as): Profª Drª Patrícia Cristina de Aragão (UEPB– Campus I)
Ao discutir sobre formação de professor/a e educação na  contemporaneidade este grupo de trabalho congrega estudos e pesquisas, finalizados ou em andamento,   cujo foco de discussão seja a formação docente, inicial ou continuada, enfatizando o cotidiano de sala de aula, o currículo escolar, as práticas educativas  e o trabalho docente. Articula debates em torno da formação docente, diversidade cultural e o contexto escolarizado. Abre canal de diálogo com estudos e propostas que versem sobre metodologias de ensino, docência e educação básica, bem como aborda discussões sobre políticas educacionais para formação de professor e o currículo e as perspectivas e implicações da Base Nacional Comum Curricular e o PNE.

Coordenadores(as):
Profª Drª Tatiana Sant´ana (UEPB– Campus I)
Profª Drª Fabiana Ramos (UFCG-Campus I)
Estudos que congreguem a Linguística Aplicada, o Letramento acadêmico/escolar e o Interaciosnismo Sociodiscursivo, sobretudo abordando: a formação inicial em suas diferentes instâncias; o estágio supervisionado nos cursos de licenciatura; os primeiros de atuação docente; e a docência como trabalho.

Coordenadores(as):
Profª. Drª Ludmila Mota de F. Porto (UEPB– Campus I)
A Teoria Dialógica da Linguagem passou a ganhar notoriedade no Ocidente a partir da segunda metade do século XX, haja vista a profundidade das discussões que traz para o âmbito da Literatura, como a poética e a estética, e para a Linguística, no que concerne à preocupação de Bakhtin e o Círculo com a linguagem, questões essas que estão atreladas ao projeto filosófico sobre o ato, proposto em Para uma Filosofia do Ato Responsável. Dedicados a aprofundar os estudos sobre a obra de Bakhtin e do Círculo e a propor uma metodologia de análise de textos, estudiosos brasileiros, na década de 1980, propuserem a Análise Dialógica do Discurso, que vem contribuindo notoriamente, desde então, para a discussão sobre o legado bakhtiniano para a ciência, a partir de conceitos centrais, a exemplo de: enunciado, dialogismo, gêneros, interação, ato etc. Considerando a temática central do IV SINALGE, “Ensino de Línguas e Formação Docente (perspectivas teóricas, empíricas e propostas com gêneros textuais)”, este GT tem o objetivo de agregar trabalhos que reflitam sobre as contribuições teóricas e/ou práticas da Teoria/Análise Dialógica do Discurso para o ensino e a formação do professor.

Coordenadores(as):
Prof. Dr. Edson Tavares (UEPB– Campus I)
Profª Drª Ana Lúcia M. de S. Neves (UEPB– Campus I)
Trabalho com gêneros textuais em sala de aula. Gêneros literários num universo de novas mídias como suporte textual. A tênue fronteira entre os gêneros textuais literários, na atualidade. Título: Gêneros da Literatura em Sala de Aula 

Coordenadores(as):
Profª Drª Marta Anaísa Bezerra Ramos (UEPB– Campus I)
Profª Drª Dalva Lobão Assis (UEPB– Campus I)
Um princípio funcionalista é o de que a língua reflete a relação entre os usuários e o contexto social. Logo, a gramática da língua compreende um conjunto de regularidades linguísticas, motivadas por fatores externos (condição dos usuários da língua, sua relação com o meio) e as funções comunicativas. Esta afirmação corrobora a noção de que a sintaxe é “uma estrutura em constante mudança em consequência das vicissitudes do discurso” (MARTELOTTA e AREAS, 2003, p. 23), o que evidencia o dinamismo da gramática. Nessa perspectiva, a abordagem dos fenômenos gramaticais, sob um viés funcionalista, seja na modalidade falada seja na escrita, deve partir da depreensão das regularidades de cada modalidade até chegar à formação de regras de uso. Assim, este grupo de trabalho reúne estudos que analisem fatos linguísticos que evidenciem a flexibilidade do sistema linguístico, levando em a consideração a interação entre os componentes formal, funcional e discursivo. Serão contemplados, pois, estudos sobre processo de gramaticalização de itens e orações, a flutuação categorial, aspectos morfossintáticos, ordenação de constituintes, entre outros aspectos que ampliem a descrição lingüística, podendo ainda se fazer a articulação com o ensino.

Coordenadores(as):
Profª Drª Tânia Maria Augusto Pereira (UEPB– Campus I)
Profª Me. Teresa Neuma de Farias Campina (UEPB– Campus I)
Este GT tem por objetivo reunir pesquisadores que trabalham em diferentes perspectivas teóricas que consideram o discurso como objeto constituído pelo encontro entre o linguístico e a sua “exterioridade” ideológica, social, histórica, tal como podemos encontrar em autores como Bakhtin/Volochinov (2002), Pêcheux (1997), Foucault (2003), entre outros. Nosso foco são produções de discursos e posicionamento de sujeitos da/na mídia que reflitam sobre os discursos como práticas de subjetivação ou como alvos de resistência, tendo em vistas as relações de poder e saber por eles perpassadas. Temos interesse pelas redes dos dizeres cotidianos nas instâncias políticas, educacionais, midiáticas, dentre outras, de modo a contribuir para o empoderamento dos sujeitos nas mais distintas formas de resistência às práticas hegemônicas, opressoras e excludentes que se perpetuam social e historicamente. A relevância da proposta deste simpósio justifica-se na reflexão dos discursos que materializam as forças sociais de poder e de resistência.

Coordenadores(as):
Profª Drª Maria de Lourdes da Silva Leandro (UEPB – Campus I)
O grupo temático que estamos propondo pretende reunir contribuições de pesquisa em torno de questões relacionadas ao ensino da produção do texto escrito, focalizando as condições de produção, como constitutivas na relação do sujeito com a linguagem no processo sócio-histórico e situado da produção de sentido. As reflexões que evidenciamos sobre essa questão, sendo interpretadas pelo viés da Análise do Discurso, consideram linguagem como sistema discursivo, trabalho simbólico e o texto como espaço da materialização do discurso, logo aberto às múltiplas formas do dizer, o que evidencia as relações sociais e históricas do sujeito de discurso. Nessa direção, tratamos o professor e o aluno como sujeitos constitutivos do processo de produção de texto em sala de aula. Analisamos, então, práticas de escrita em contextos escolares em torno da questão da autoria e da formação do professor. No contexto do ensino de língua portuguesa, quanto às práticas de escrita, um dos pontos cruciais que se evidenciam para uma ressignificação é a questão da concepção de autoria. Entendemos que sobre essa questão, inicialmente, questiona-se o lugar do professor e do aluno no processo do ensino da produção escrita. Trabalhamos, então, com a concepção de sujeito na perspectiva pecheutiana. Logo, entendemos que o sujeito de discurso pode se movimentar no texto, ocupando posições diferentes, conforme determinada formação discursiva, afetada e constituída pela ideologia que promove a emergência de uns sentidos e de outros não. Nessa direção, esperamos que a contribuição dos trabalhos possam encaminhar alternativas que nos permitam compreender melhor os complexos mecanismos do ato de escrever textos, cujo processo revela que o sentido não é único nem dado, o que, por outro lado, possibilita a emergência de reflexões acerca da formação do professor de língua(gem), nesse domínio institucional de lugares de poder e saber: a sala de aula.

Coordenadores(as):
Profª Me. Telma Sueli Farias Ferreira (UEPB – Campus I)
telmasff@hotmail.com
Prof. Me. Celso José de Lima Júnior (UEPB – Campus I)
celsojunior@oi.com.br
Este GT destina-se a socializar e discutir acerca de experiências de professores em formação inicial tendo como foco a produção e/ou aplicabilidade de gêneros textuais em sala de aula de línguas. Tais experiências devem ter como base vivências nas disciplinas de estágio supervisionado, nos subprojetos do PIBID e nos cursos de extensão. Os trabalhos devem ter fundamentação teórica vinculada às perspectivas sobre sequências didáticas, gêneros textuais, professor reflexivo, construção identitária dentre outros.

Coordenadores(as):
Profª Drª. Iara Francisca Cavalcanti (UEPB – Campus I)
Profª Drª Maria Augusta Gonçalves de Macedo Reinaldo (UFCG – Campus I)
O trabalho docente é uma atividade própria do ser humano, uma prática construída pelo coletivo de trabalho e também de forma individual. De forma coletiva por envolver prescrições estabelecidas por determinado grupocomunidade, e individual por considerar o contexto e a subjetividade dos envolvidos no trabalho educacional. Nessa perspectiva, os gêneros textuais, como objetos de ensino por professores em formação inicial ou continuada, são instrumentos desencadeadores das atividades de leitura, produção textual e análise linguística, em qualquer nível de escolaridade. Quanto à formação de professores, este GT adere à posição de que os dispositivos formativos “devem incluir os procedimentos de análises das práticas” (Bronckart, 2009, p.173). O objetivo é reunir estudos que se destinam à análise do trabalho docente planificado, realizado e interpretado. Do ponto de vista metodológico, o GT abrande pesquisas qualitativas, filiadas ao campo aplicado de estudos da linguagem e ensino em formação, nas quais a geração de registros tenha sido feita através de pesquisa colaborativa ou pesquisa ação, e a análise tenha privilegiado os elementos processuais da didatização, evidenciando o caráter flexivo e dinâmico das sequências didáticas desenvolvidas por professores em formação inicial e continuada. Nesse sentido, é importante que as análises levem em consideração o fato de que uma sequência didática não deve ser tratada como um manual a ser rigorosamente seguido, mas como um instrumento que pode ser adaptado, modificado, transformado para atender às necessidades de aprendizagem de uma determinada turma. É desejável, portanto, que os resultados apontem para dois tipos de implicações: do ponto de vista estrito, as transformações que ocorrem em uma sequência didática, desde seu planejamento até a execução em sala de aula, e os possíveis efeitos dessas transformações para o processo de ensinoaprendizagem de professores de língua portuguesa; e do ponto de vista abrangente, a ampliação das práticas de letramento em contextos socioculturalmente situados, as quais contribuem para a construção da identidade desses professores.

Coordenadores(as):
Profª Me. Amasile Coelho Lisboa da Costa Sousa (UEPB – Campus I)
José Venâncio de Sousa Neto
Relatos de práticas de leitura e escrita a partir de hipertextos e de textos multimodais.

Coordenadores(as):
Profª Me. Clara Regina Rodrigues de Souza (UEPB – Campus I/ UFPE)
Profª Me. Elisa Cristina Amorim Ferreira (UEPB-Campus I)
O Grupo de Trabalho busca promover discussões acerca da multiplicidade de letramentos envolvidos na formação docente. Objetiva-se, com isso, debater teorizações e práticas de gêneros textuais/discursivos na/para a academia, como contexto de profissionalização. Espera-se, também, refletir sobre a diversidade de estratégias textuais e discursivas utilizadas em práticas de linguagem para usos específicos, contribuindo para a análise dos níveis de ensino e aprendizagem promovidos.

Coordenadores(as):
Prof. Dr. Linduarte Pereira Rodrigues (UEPB-Campus I)
Prof. Drª. Beliza Áurea de Arruda Mello (UFPB)
Espera-se promover um espaço de discussão que aproxime estudos/estudiosos interessados pela abordagem dos multiletramentos nas culturas das bordas. Destaca-se o fato de que no cotidiano das cidades e do campo algumas formas de letramento se sobressaem como práticas sociais evidenciadas pela linguagem multimodal e que se estabelecem em âmbito institucional por intermédio do exercício da leitura, escrita, oralidade (grafite, peleja, tatuagem, dança, renda, pintura, mito, cordel, canto, fotografia, reza, horóscopo, cartum, aboio, queer etc.). Entretanto, algumas dessas práticas sócio-letradas são ignoradas pela academia que tradicionalmente elege modelos formais para a reprodução de uma cultura letrada, dita oficial, principalmente na escola. Por essa razão, impõe-se um caminho inverso: o desenvolvimento de diferentes vozes, gêneros e identidades que se estabeleçam sócio-historicamente pelas práticas letradas não necessariamente escolares, mas que permitam que a instituição privilegiada de ensino, a escola, e seus respectivos eventos de letramento sejam reconfigurados/ressignificados mediante a abertura de um diálogo com as várias instâncias formadoras do humano na sociedade: família, feira, igreja, televisão, trabalho, internet, rádio, praça, teatro, cinema etc. O reconhecimento de tais práticas inclusivas de letramento em contextos pós-modernos permite a valorização da multimodalidade, da cibercultura, dos estudos identitários, do discurso, memória e da formação de professores.

Coordenação:
Prof. Dr. Cleber Alves de Ataíde (UFRPE) - cleberataide@gmail.com
Prof. Drª Valéria Severina Gomes (UFRPE) - lelavsg@gmail.com

Os manuscritos e impressos de diferentes épocas e condições de produção expressam a relação dos indivíduos com a sua história, a sua cultura, a sua língua e os seus papéis sociais em diferentes espaços ao longo do tempo. O processo de variação e mudança da língua está relacionado diretamente à historicidade dos gêneros e às práticas sociais de leitura e escrita pretéritas. Neste Grupo de Trabalho pretende-se discutir questões teóricas e metodológicas relacionadas ao estudo dos gêneros na perspectiva sincrônica e diacrônica; variação/mudança linguística, gêneros textuais e tradições discursivas; e a abordagem dos eixos de ensino (oralidade, leitura, análise linguística e produção escrita) na perspectiva da historicidade dos gêneros e da língua.

Coordenação:
Profª Drª. Daniela Gomes de Araújo Nóbrega (UEPB - Campus I)
Profª Me. Karyne Soares Duarte Silveira (UEPB - Campus I)

Este grupo de trabalho objetiva reunir pesquisas, concluídas ou em andamento, que discorram sobre estudos da linguística aplicada à língua inglesa em contextos de ensino médio, educação de jovens e adultos e ensino superior e da formação docente, inicial ou continuada, do professor de língua inglesa.

Coordenação:
Prof. Me. Alessandro Giordanno (UEPB-Campus I)
Profa. Luciene Fernandes Carneiro Giordano (UEPB-Campus I)

Este grupo tem por objetivo fomentar e, ao mesmo, tempo, dar prosseguimento aos debates sobre as investigações no campo da linguística aplicada às línguas estrangeiras (Espanhol) e da crítica literária relativa às literaturas hispânicas, tanto no âmbito acadêmico como no ensino médio e EJA.

Coordenação:
Profª Drª Alfredina Rosa Oliveira do Vale

Este Grupo de Trabalho pretende reunir estudiosos/pesquisadores que se propõem a expor trabalhos que discutam a respeito de gênero discursivo e/ou gênero textual; procurando evidenciar essas categorias no processo de ensino/aprendizagem. 

Coordenadora: Profª Drª Márcia Tavares (UFCG – Campus I)
EMENTA: Desde o fim da década de 1970, a literatura infantojuvenil brasileira passou por um significativo desenvolvimento para adequar-se às características de um leitor que ia mudando conforme as mudanças sociais e variedade das práticas de leitura. A expansão de gêneros e de temas oriundos de linguagens como a do cinema e da TV, abriu um leque para as narrativas de ficção científica e de suspense, e para a ampliação de publicação de obras desde o texto poético através da inserção de recursos da oralidade, aos textos narrativos e de histórias em quadrinhos com um diálogo entre gêneros permeado pela metalinguagem e pelo intertexto entre outros. Neste grupo de trabalho, o objetivo é congregar pesquisas (em andamento ou finalizadas) sobre as temáticas contemporâneas encontradas na literatura infantojuvenil, especificamente sobre estudos do texto ou sobre a relação entre texto e imagem, as relações entre literatura e cinema/animações, estudos críticos do diálogo texto-imagem em obras da literatura infantojuvenil, investigações sobre revistas de histórias em quadrinhos, literatura infantojuvenil em livros didáticos e outros suportes em que a diversidade de realização estética seja central para as possibilidades de ampliação de experiências de leitura.

Coordenadores: Profa. Dra. Kalina Naro Guimarães (UEPB – Campus I) Prof. Dr. Marcelo Medeiros da Silva (UEPB – Campus VI)
EMENTA: Reúne pesquisas concluídas ou em andamento que abordem a literatura na escola, nos diversos níveis de ensino. O objetivo é compartilhar e discutir experiências didáticas centradas na leitura da obra literária, a partir dos diferentes enfoques teórico-metodológicos, contribuindo para a circulação e debate de abordagens que propiciem a formação do leitor literário.

Coordenadores(as): Profª Drª Ana Carolina Souza da Silva Aragão (UEPB)
EMENTA: Tendo em vista o amplo uso de material do universo midiático nas aulas de língua portuguesa, esse GT tem interesse em reunir trabalhos que versem sobre as possíveis diálogos entre discurso, cultura, mídia e ensino, considerando que os estudos do discurso e os processos de constituição e deslocamento das identidades no sistema histórico e cultural presentes no texto midiático fazem parte de uma necessidade contemporânea na formação do sujeito-professor. Para tanto, direciona-se às práticas discursivas delineadas pelas transformações históricas e culturais no universo midiático, como HQ´s, textos jornalísticos, seriados televisivos, novelas e outros e seu uso na sala de aula. Objetiva-se subsidiar a formação acadêmica-profissional com pesquisas que promovam o reconhecimento e a reflexão dos processos discursivos dos textos midiáticos na formação cultural e identitária dos sujeitos.

Coordenador: Prof. Nehemias N. Lourenço
O ensejo deste GT é o de promover uma troca de saberes no que tange às línguas (e literaturas) estrangeiras modernas pretendendo de forma subjetiva servir como uma alternativa àqueles que não enquadram na tríade linguística grandemente divulgada, qual seja: português, inglês e espanhol. Em outros termos, o objetivo desse GT é o de promover uma troca de saberes no âmbito linguístico, literário e/ou didático-metodológico das outras línguas e/ou literaturas, tais como: alemão, francês, italiano e japonês. Os trabalhos submetidos a este GT deverão ser escritos em língua vernácula, excetuando a apresentação do mesmo que poderá ser na língua que serviu como objeto de estudo.

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